Ontem estive com minha vó.
Ela me contou uma estória que o tio Totonho contou a ela.
Não, não conhecio o Tio Totonho, mas me disseram que ele morava num sítio no meio do nada e acreditava desde sempre que o homem pisaria na lua.
É... ele estava certo!
"O tigre e o bode queriam muito uma casa para morar.
Decidiram construir uma casa juntos - menos trabalho para cada um.
O tigre saiu pela floresta, voltou com um monte de paus.
O bode voltou da floresta, trouxe um monte de paus.
Levantaram a tão sonhada casa.
Antes de entrarem, um falou para o outro:
- Olha, tigre, cuidado que às vezes eu posso dar um coice.
- Olha, bode, cuidado com os meus espirros que não são de brincadeira.
E viveram muito bem, até o dia que o rabo do bode fez cócegas no nariz do tigre. O bode deu um coice ao sentir o rabo mexido e o tigre ao mesmo tempo espirrou .
Cada um saiu voando para um lado da floresta e nunca mais se viram".
Nós gatos já nascemos pobres, porém já nascemos livres... / Twitter: @roselyzenker; Orkut, Myspace e Facebook: Rosely Zenker / Post "100 filmes que eu mais gostei de ver": está em "junho 2009"
segunda-feira, setembro 08, 2008
quinta-feira, agosto 28, 2008
Tumba lá cá tumba lá cá tumba tá!
quarta-feira, agosto 27, 2008
I don't want to live my life again

Puxa vida! Que saudades de bloggar!!
Mas já ando muito feliz por poder retornar a maior parte das minhas atividades.
Muita coisa mudou. Muita. O mundo vira de cabeça para baixo quando algo drástico nos altera a rotina. Eu disse drástico, mas vamos retirar o drama da palavra, ok?
Já passou o tempo que parecia que eu ia morrer porque passou um furacão.
Aconteceu tudo o que tinha que acontecer e daí? Não morri.
A sobrevivência dá um gosto de amora na boca, viu?
Um gosto assim de quem sente falta (um pouquinho) daquilo que tinha, daquilo que perdeu, mas segue em frente com o sol na cara. Carregando a bandeira, porque o mundo continua a girar.
Então, dá uma alegria assim sem tempero demais.
Por exemplo, outro dia consegui erguer o braço. Fiquei tão contente! Só a minha fisioterapeuta para entender o que isso significa e comemorar comigo. Mas ela avisou: "Não vai lavar janela, hein?"
Engraçado, sobreviver dá uma sensação de mostrar a língua para o mundo.
segunda-feira, julho 07, 2008
segunda-feira, dezembro 03, 2007
Qualquer coisa que se sinta
Hoje estou testando um aplicativo de comando de voz. O programa faz uma leitura da minha voz no microfone e edita automaticamente o texto no word.
Ainda preciso me acostumar a ditar um texto que deveria ser escrito e não falado como agora. Eu me confundo um pouco na elaboração da frase. Mas é um recurso que irá me ajudar bastante quando eu me acostumar..
O nome do programa é ViaVoice. Ele capta alguns erros, mas a maior parte do ditado transforma-se automaticamente em palavras escritas. Inclusive, posso ditar pontuações. Sei que o trabalho de transcrição é um pouco complicado, a língua falada é muito diferente da língua escrita. As correções nas transcrições são muitas. Ao menos vendo o texto sendo produzido na hora, a gente consegue corrigi-lo com mais facilidade..
é muito bom ter uma perspectiva de expressão. Tem me feito muita falta escrever. É como se minha alma estivesse muda. E agora faço um tipo de fisioterapia, para reaprender a me expressar. espero em breve poder retomar o trabalho da minha dissertação. Ultimamente, tudo o que tenho feito é me informar sobre a bursite, inflamação que tenho no meu ombro direito e corrido atrás de tratamento.
Aguardem, meus queridos leitores... Em breve estarei de volta!!!
Ainda preciso me acostumar a ditar um texto que deveria ser escrito e não falado como agora. Eu me confundo um pouco na elaboração da frase. Mas é um recurso que irá me ajudar bastante quando eu me acostumar..
O nome do programa é ViaVoice. Ele capta alguns erros, mas a maior parte do ditado transforma-se automaticamente em palavras escritas. Inclusive, posso ditar pontuações. Sei que o trabalho de transcrição é um pouco complicado, a língua falada é muito diferente da língua escrita. As correções nas transcrições são muitas. Ao menos vendo o texto sendo produzido na hora, a gente consegue corrigi-lo com mais facilidade..
é muito bom ter uma perspectiva de expressão. Tem me feito muita falta escrever. É como se minha alma estivesse muda. E agora faço um tipo de fisioterapia, para reaprender a me expressar. espero em breve poder retomar o trabalho da minha dissertação. Ultimamente, tudo o que tenho feito é me informar sobre a bursite, inflamação que tenho no meu ombro direito e corrido atrás de tratamento.
Aguardem, meus queridos leitores... Em breve estarei de volta!!!
quarta-feira, novembro 14, 2007
Panela velha é que faz comida boa
É isso mesmo, meus queridos leitores... continuo dodói. Mas logo, logo, estarei boa! Estou fazendo tratamento homeopático...
Tenho um monte de coisas a contar, ansiosa a escrever, mas preciso me poupar...
Olha, a gente não sabe o que é terceiro mundo até precisar de um hospital público.
Cada coisa que a gente vê nos corredores que dá até arrepio.
Estou "em acompanhamento" no hospital universitário. Acompanhamento só virtual, porque o hospital não tem a mínima condição de atender algo mais grave que uma distenção muscular.
Para vocês terem idéia, o hospital não tem nem aparelho de ressonância magnética.
O médico me encaminhou para fisioterapia, mas não há vagas. Ou seja, não há nada que se possa fazer. Só esperar o problema "passar sozinho".
Ô, paciência para ficar em fila de espera, correndo para cá e para lá para tentar conseguir ficar em alguma fila de espera no sistema público...
Gente, a pior coisa do mundo é ficar sem convênio médico neste país!!
Tenho um monte de coisas a contar, ansiosa a escrever, mas preciso me poupar...
Olha, a gente não sabe o que é terceiro mundo até precisar de um hospital público.
Cada coisa que a gente vê nos corredores que dá até arrepio.
Estou "em acompanhamento" no hospital universitário. Acompanhamento só virtual, porque o hospital não tem a mínima condição de atender algo mais grave que uma distenção muscular.
Para vocês terem idéia, o hospital não tem nem aparelho de ressonância magnética.
O médico me encaminhou para fisioterapia, mas não há vagas. Ou seja, não há nada que se possa fazer. Só esperar o problema "passar sozinho".
Ô, paciência para ficar em fila de espera, correndo para cá e para lá para tentar conseguir ficar em alguma fila de espera no sistema público...
Gente, a pior coisa do mundo é ficar sem convênio médico neste país!!
domingo, outubro 07, 2007
Tocar na banda, para ganhar o quê?
domingo, setembro 30, 2007
Andar com a fé eu vou, que a fé não costuma falhar
Ainda bem! Hoje acordei bem melhor do braço! Puxa, como está demorando esta mialgia a passar... mas tudo bem, ainda estou no prazo (risos).
Hoje refleti muito a respeito desta prece de São Francisco. Para mim, é a prece mais linda que conheço (se bem que não há tantas preces boas por aí...).
Acho que ela resume o que se trata de "o amor incondicional".
Oração de São Francisco
Senhor fazei de mim um instrumento de vossa paz
Onde houver ódio que eu leve o amor
Onde houver ofensa que eu leve o perdão
Onde houver discórdia que eu leve a união
Onde houver dúvida que eu leve a fé
Onde houver erro que eu leve a verdade
Onde houver desespero que eu leve a esperança
Onde houver tristeza que eu leve a alegria
Onde houver trevas que eu leve a luz
Oh! Mestre, fazei com que eu procure mais consolar do que ser consolado, compreender do que ser compreendido, amar do que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se nasce para a vida eterna.
Amém.
Hoje refleti muito a respeito desta prece de São Francisco. Para mim, é a prece mais linda que conheço (se bem que não há tantas preces boas por aí...).
Acho que ela resume o que se trata de "o amor incondicional".
Oração de São Francisco
Senhor fazei de mim um instrumento de vossa paz
Onde houver ódio que eu leve o amor
Onde houver ofensa que eu leve o perdão
Onde houver discórdia que eu leve a união
Onde houver dúvida que eu leve a fé
Onde houver erro que eu leve a verdade
Onde houver desespero que eu leve a esperança
Onde houver tristeza que eu leve a alegria
Onde houver trevas que eu leve a luz
Oh! Mestre, fazei com que eu procure mais consolar do que ser consolado, compreender do que ser compreendido, amar do que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se nasce para a vida eterna.
Amém.
domingo, setembro 23, 2007
Ocupado pela décima vez

Hoje vou dar uma dica para quem tem celular e para quem não tem. É possível enviar torpedos de graça através do site da Vivo. O melhor é que qualquer um pode utilizar este serviço! Obviamente, os torpedos só podem ser enviados para celulares Vivo, não sei se as outras operadoras oferecem - quem conferir, me avise!
Ah, mas não vou perder a oportunidade de reclamar desta operadora! Lógico que a gente tem uma lista infinda de reclamações, mas vocês acreditam que esta empresa teve a pachorra de deixar um trio elétrico com a música no último volume para lá de onze horas da noite no meio da semana? Todo mundo em minha casa acordou! O pior é que nem dava para telefonar para a polícia para reclamar porque os safados ficaram apenas uns 15 minutos, ou seja, o suficiente para incomodar a rua toda e depois sair fora!
E agora uma pequena homenagem a uma sensacional música da Nara Leão:
TELEFONE - Nara Leão
Tuen Tuen
Ocupado pela décima vez
Tuen
Telefono e não consigo falar
Tuen Tuen
To ouvindo há muito mais de um mês
Tuen
Já começa quando eu penso em discar
Eu já estou desconfiada
Que ele deu meu telefone pra mim
Tuen Tuen
E dizer que a vida inteira esperei
Tuen
Que dei duro e me matei pra encontrar
Tuen Tuen
Toda lista que eu quase decorei
Tuen
Dia e noite não parei de discar
E só vendo com que jeito Pedia pra eu ligar
Tuen Tuen, não entendo mais nada
Pra que que eu fui topar
Trin Trin, não me diga que agora atendeu
Será que eu, eu consegui
Agora encontrar
O moço atendeu, "alô?"
quinta-feira, setembro 20, 2007
Meu companheirinho, ursinho Pimpão
Esta semana tenho estado de molho. Literalmente: tenho feito compressas de água quente no meu braço, que dói do pulso ao ombro.
No primeiro dia de dor, não conseguia sequer mover o braço. Encontrei dificuldades nas tarefas mais simples: ops, prender o cabelo, escrever (era tudo o que eu precisava: ficar sem poder trabalhar!), abrir a tampa do vidro, vestir uma blusa, colocar pasta de dente na escova.
Faz a gente pensar nos pequenos e grandes privilégios que temos à nossa disposição todos os dias, rotineiramente, e que nem percebemos como são importantes.
Às vezes eu fico tão frustrada por terminar o dia sem ter conseguido completar os tópicos da agenda, sem ter conseguido finalizar um texto, sem ter conseguido, enfim, ter dado conta do que eu me comprometera a fazer.
Mas às vezes a nossa exigência está acima do limite humano do que nos é permitido realizar. Completar um dia, nos dias de hoje, é uma vitória. Milhares de coisas para fazer, milhares de pequenas realizações. São grandes conquistas.
Ah, estou cada vez aprendendo a ser mais amável comigo mesma, porque se eu não for, não vou conseguir ser feliz com toda a possibilidade de ser.
No primeiro dia de dor, não conseguia sequer mover o braço. Encontrei dificuldades nas tarefas mais simples: ops, prender o cabelo, escrever (era tudo o que eu precisava: ficar sem poder trabalhar!), abrir a tampa do vidro, vestir uma blusa, colocar pasta de dente na escova.
Faz a gente pensar nos pequenos e grandes privilégios que temos à nossa disposição todos os dias, rotineiramente, e que nem percebemos como são importantes.
Às vezes eu fico tão frustrada por terminar o dia sem ter conseguido completar os tópicos da agenda, sem ter conseguido finalizar um texto, sem ter conseguido, enfim, ter dado conta do que eu me comprometera a fazer.
Mas às vezes a nossa exigência está acima do limite humano do que nos é permitido realizar. Completar um dia, nos dias de hoje, é uma vitória. Milhares de coisas para fazer, milhares de pequenas realizações. São grandes conquistas.
Ah, estou cada vez aprendendo a ser mais amável comigo mesma, porque se eu não for, não vou conseguir ser feliz com toda a possibilidade de ser.
quinta-feira, setembro 13, 2007
Entrei de gaiato no navio

A gente sempre costumava colocar gasolina no posto do supermercado Extra. Só que o carro um dia não funcionou, tivemos que chamar o guincho.
A concessionária avisou que foi gasolina ruim (dissolvida em solvente) que danificou os pistões. Eles estão a semana inteira de molho para voltar ao normal.
Aí a gente percebeu que um carro de um amigo nosso, que só coloca gasolina no mesmo local, está tão ruim que deve estar indo para o mesmo caminho. Tentamos avisar, mas nosso amigo não acreditou e acha que o carro dele está bom... Fazer o que...
*
Ainda em tempo: vocês já viram um aviso no orelhão escrito assim: "Higienizado em XX/XX/XX"?
Outro dia a gente viu um motoboy da Telefonica passando um paninho muito suspeito (encardido, né) nos fones do orelhão. Que "higienização", hein?
terça-feira, setembro 11, 2007
Para variar, estamos em guerra
Não costumo assistir ao Fantástico no domingo, mas por sorte vi o programa que a Regina Casé empreitou, de fazer um apanhado de imagens e reportagens de favelas do mundo todo. Ainda bem, porque achei maravilhoso.Neste domingo, ela informou que já há no mundo cerca de 1 bilhão de pessoas morando em favelas, e que em 2030 cerca de 1/3 da população do planeta estará morando em favelas.
Então, o seguinte slogan infelizmente é um fato:
"FAVELA: A HABITAÇÃO DO FUTURO"
Abaixo umas fotos de favela do Japão (puxa, sensacional). Retirei do blog: http://enresinados.weblog.com.pt/arquivo/2007/03/



segunda-feira, setembro 10, 2007
O canto dessa cidade sou eu

Sei que meu blog não tem um público imenso, mas mesmo assim vou dar hoje uma dica para quem mora em São Paulo.
Trata-se da peça de teatro "Beckett in White". Fui assistir ontem, gostei e recomendo: não vou contar quase nada para não estragar a surpresa, mas digo que é uma interessante e interativa montagem cômica, abordando com leveza questões intensas do homem e suas problemáticas.
Os atores garantem boas risadas sem deixar de explorar as possibilidades cênicas com muita criatividade e profissionalismo (às vezes me dá a impressão que o risco da comédia no teatro é justamente esta: curvar-se à pieguice, montar o engraçado sem conteúdo - esta peça conseguiu escapar do vazio).
Há também bons momentos de poesia e reflexão.
Ah, eu acho que vale muito a pena conferir!
DATAS do Beckett in White: Setembro e outubro (ainda não há data marcada para o final da temporada): todo sábado e domingo. Sábados às 21h e domingos às 19h.
DATAS do M.A.D.A.: Setembro e outubro (ainda não há data marcada para o final da temporada): todo sábado e domingo. Sábados às 22h30 e domingos às 20h30.
Spaço dos Insights - Rua Pintassilgo, 405, Moema.
Olha, não é difícil chegar ao teatro, pelo menos de carro! Apesar de ficar perto da Av. Bandeirantes, acho que o melhor caminho a fazer é pegar a República do Líbano, e assim que chegar à Indianópolis conferir alguma rua à esquerda que dê acesso à Pintassilgo.
Ainda não assisti a peça M.A.D.A., vamos combinar de irmos juntos?
quinta-feira, setembro 06, 2007
Só não vai quem já morreu
Hoje fiz uma apresentação em um congresso.
Como começou às 8h da manhã, nem convidei ninguém... achei sacanagem convidar alguém para sair tão cedo da cama e ainda ter que enfrentar trânsito para ir à usp.
Mas mesmo assim foi muito bom: teve até ouvinte para participar. Outras três garotas se apresentaram: duas garotas da Bahia e uma do Maranhão.
Desta vez, pelo menos, eu estava mais preparada! Nos outros congressos em que participei, não por minha vontade não foram muito bons porque sempre acontecia alguma coisa e eu não podia me dedicar a escrever e revisar o meu texto do jeito que gosto.

É bom encontrar alguma oportunidade de satisfação, porque o mestrado já é um trabalho tão duro, tão intenso, que às vezes a gente esquece de se divertir com o que está fazendo.
O mestrado é uma experiência extraordinária. Não é à toa que tanta gente luta para conseguir e tem tanta gente fazendo...
E nem sempre é tão difícil, acho que alguns fatores que não o conhecimento acabam influenciando, algumas coisas ajudam, como: ter uma boa estrutura emocional, estabilidade financeira e tempo disponível. Sem isso, é bem mais complicado. Mas como sempre dizem... no fim dá tudo certo, e embora eu não tenha as condições mais favoráveis do mundo espero conseguir concluir este trabalho o mais breve possível.
Já estou sentindo um pouco do que ouvi de outras pessoas: chega uma hora em que dá um pouco de saco cheio por ter que ver todo dia a mesma coisa. Quebrar a rotina com uma apresentação vale a pena.
Ah... daqui a pouco vou acabar publicando este texto e depois envio convite ao pessoal para conferir!
quarta-feira, setembro 05, 2007
Vem meu amor, me tirar da solidão
segunda-feira, setembro 03, 2007
Que iluminava a escuridão

Grito Negro
José Craveirinha
Eu sou carvão!
E tu arrancas-me brutalmente do chão
e fazes-me tua mina, patrão.
Eu sou carvão!
E tu acendes-me, patrão,
para te servir eternamente como força motriz
mas eternamente não, patrão.
Eu sou carvão
e tenho que arder sim;
queimar tudo com a força da minha combustão.
Eu sou carvão;
tenho que arder na exploração
arder até às cinzas da maldição
arder vivo como alcatrão, meu irmão,
até não ser mais a tua mina, patrão.
Eu sou carvão.
Tenho que arder
Queimar tudo com o fogo da minha combustão.
Sim!
Eu sou o teu carvão, patrão.
Outros poemas do escritor moçambicano ou de outros autores africanos: http://br.geocities.com/poesiaeterna/mocambique.htm
Vale a pena conferir!!
sábado, setembro 01, 2007
Faça o que tu queres, pois é tudo da lei

"No man can emancipate himself, except by emancipating with him all the men around him. My liberty is the liberty of everyone, for I am not truly free, free not only in thought but in deed, except when my liberty and my rights find their confirmation, their sanction, in the liberty and the rights of all men, my equals".
BAKUNIN
Tradução: Nenhum homem pode libertar-se, se não libertar com ele todos os homens ao seu redor. Minha liberdade é a liberdade de todos, e não sou verdadeiramente livre - livre não somente no pensamento, mas na ação - exceto quando minha liberdade e minha certeza encontram confirmação na liberdade e nos direitos de todos os homens, meus semelhantes (Desculpe-me alguma falha, mas também não sou expert em inglês!).
quinta-feira, agosto 30, 2007
Deixa chover, deixa a chuva molhar
quarta-feira, agosto 29, 2007
Nós somos os cantores do rádio
sábado, agosto 25, 2007
Eu sou a mosca que pousou em sua sopa

Eu já tinha dado risada do Estadão e sua campanha contra os blogs. A mídia deve se morder de raiva dos blogs. Principalmente porque há por aí muitos blogs bons pra caramba. Não digo do meu, não, porque este espaço é para mim mais um desabafo, uma distração, uma permissão de escrever sem preocupação. Mas há outros muito competentes e que não estão na via de pensamento da mídia.
Primeiro eu já tinha gostado e muito do pé no saco de muito jornalista. Às vezes a gente vê uns textos tão chatos e mal escritos que não acredita no que lê. Até o aparecimento dos blogs, os jornalistas podiam se vangloriar de serem as principais fontes de informação e formação de opinião.
E tem tanto jornalista safado neste planeta que não dá para botar uma fé: eu trabalhei muito tempo em jornal e revista sem poder oficialmente assinar meus textos porque fiz outra faculdade que não a de jornalismo. Em compensação, algum fdp ganhava mais do que eu por ceder o número de registro oficial. Nada menos que um oportunista que tirava uma grana sem nem tomar conhecimento do material que assinava.
E tem um monte de gente no mercado dependente destas regras.
Mas fazer o que...
Agora com a propagação dos blogs, há um contingente enorme de textos, até de bons jornalistas que não podem se expressar como bem entendem nos meios oficiais, que está alterando o pensamento das pessoas por aí.
Não é novidade que a mídia é tendenciosa. Não é novidade que é ideológica. Nem sou eu que afirmo, ou pelo menos não eu sozinha.
O blog dá oportunidade a novos meios de expressão que nunca chegariam no Estadão ou na Folha, por exemplo. Não estariam disponíveis a grande público.
Isso sim é que é liberdade de imprensa!!! hahahahahaha
Os blogs vieram para ficar. E vão abalar as bases do pensamento contemporâneo.
Ainda bem.
Se Raul Seixas estivesse vivo, iria dar risada também.
Observem as palavras perfeitas deste blog: Estadão contra os blogs! O que eles tem na cabeça?
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